Dieta de 21 dias

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Ele perdeu 10 kg em 21 dias: veja mudanças na dieta e os treinos em casa

julho 06, 2021

 


Aos 56 anos e com 104 kg, o publicitário Marcelo Duprat topou participar do programa Desafio Aceito, apresentado pela médica Thelminha, e emagreceu 10 kg em 21 dias com mudanças na alimentação e a prática regular de exercícios físicos.


A responsável por montar a rotina de treinos de Duprat foi Cau Saad, educadora física e empresária. Ela se baseou na teoria do cirurgião plástico americano Maxwell Maltz, de que um novo hábito é criado quando as pessoas realizam a mesma ação por 21 dias consecutivos. A ação repetida faz com que o cérebro reorganize os circuitos neurais e se remodele por meio da vivência.

A rotina de exercícios
Seguindo as orientações da especialista, Marcelo deixou o sedentarismo de lado e começou a se exercitar. A primeira etapa foi fazer caminhadas de 21 minutos durante a semana, prática que ele até tinha de vez em quando, mas que se tornou regular ao andar pelas ruas tranquilas do bairro e, em dias que estava mais disposto, até encarou algumas subidas e descidas.

Segundo Cau, se a pessoa estiver saindo do sedentarismo, deve progredir o ritmo aos poucos, não tem problema fazer caminhadas leves, mas com o passar dos dias, o ideal é aumentar a velocidade ou subir uma rua mais íngreme.


Segundo ela, as caminhadas aceleradas ou intervaladas são as mais interessantes para o emagrecimento, pois contribuem para o aumento da força dos membros inferiores, a melhora da capacidade aeróbica e o maior gasto energético. "Durante a prática são liberados hormônios como endorfina e serotonina, conhecidos por aumentar a sensação de bem-estar. Com isso ocorre a diminuição do estresse, melhora dos indicadores de humor, da autoestima".

A segunda missão de Marcelo foi treinar 21 minutos todos os dias, e não foi fácil. Com cinco minutos de treino ele já ficava exausto e contando os minutos para acabar. "Quando eu descobri o sistema, eu falei, isso não é para mim. A gente não acredita que esse tipo de movimento cansa. É difícil, mas do jeito que eu saio suado, eu percebo que 80% da eficácia estou tendo".




Uma das vantagens do HIIT (Treinamento Intervalado de Alta Intensidade), treino que o participante do programa fez, é que ele pode ser feito de casa. De acordo com Cau, esse método garante um alto gasto calórico que é iniciado no momento do exercício e continua após o treino com o efeito EPOC (Excesso de Consumo de Oxigênio Pós-exercício). O HIIT também aumenta o metabolismo, a capacidade cardiorrespiratória, resistência, massa muscular e diminui os riscos de desenvolver doenças crônicas.

Uma vez por semana, Marcelo tinha a tarefa de subir e descer escadas por 21 minutos. "Subir escada é fácil", ele pensou. Ao fazer a atividade muito rápida na primeira tentativa, ele conseguiu apenas quatro minutos. "O batimento cardíaco disparou e a perna queimou. Me senti exausto".




Na segunda semana, ele pegou mais leve e não só conseguiu cumprir os 21 minutos, como ainda sobrou disposição para fazer alguns minutinhos a mais. "Foi legal, vejo que as pessoas podem fazer isso na escada dos prédios ou em casa. Não julgava que esse tipo de atividade pudesse causar tamanho desgaste e trabalho muscular".

A educadora física Cau Saad explica que a escada é excelente para tonificar os músculos e melhorar o condicionamento físico. Para os iniciantes o ideal é começar aos poucos, em um ritmo de leve a moderado, mantendo uma constância durante toda a prática e se atentando à postura, pisada e respiração.

A rotina de exercícios do publicitário também incluiu fazer agachamento na cadeira 21 vezes e fazer da faxina uma atividade física. Essa última ele até tentou se esquivar algumas vezes, com a justificativa de que não tinha "aptidão", mas acabou completando mais essa etapa, lavando a louça com mais frequência e limpando o corredor externo.

"As tarefas de casa geralmente têm predominância cardiorrespiratórias, como varrer, passar pano, esfregar o chão e arrumar a casa. Para incluí-la na rotina de maneira leve e prazerosa, coloque uma playlist que goste ou pense em uma recompensa após a tarefa, como assistir a um filme ou se dar um momento de descanso", recomenda Cau Saad.




As mudanças na dieta
A alimentação se tornou mais saudável, com mais legumes e saladas, e nada de bacon. Mas não foi apenas isso que mudou. Antes das refeições, Marcelo tinha que fazer 21 respirações —tarefa que não foi nada fácil, mas que o ajudou a regular os sistemas simpático e parassimpático, o que ajuda a não comer compulsivamente.

Além disso, ele tinha que mastigar 32 vezes a cada garfada, para aprender a sentir o gosto do que está comendo, e comer olhando para a comida. "A refeição passou a demorar muito mais tempo, cansa de comer, mas faz parte do processo e você se acostuma".

O publicitário também ficou sem beber qualquer tipo de bebida alcoólica durante o período, mas estava liberado escolher um dia da semana para beber (no máximo três copos de cerveja), para aprender a degustar e não a ingerir tudo de uma vez. Ele também passou a beber um copo d'água ao acordar e a consumir dois litros d'água por dia.

Ao fazer os exercícios com disciplina associado a mudanças na alimentação, Marcelo eliminou 7,5 kg e 7 cm de cintura nas duas primeiras semanas. Ao final do desafio de 21 dias, ele contabilizou 10 kg a menos na balança. "Estou bem.

Voltei a sonhar sonhos que eu não tinha, como voltar a correr", conta ele, que já fez três meias maratonas quando mais jovem. "Sei que ainda preciso perder mais, me condicionar, mas agora o que antes era uma piada, se tornou tangível, factível".

Fonte: Bárbara Therrie (Colaboração para o VivaBem)

Fígado livre de gordura

setembro 26, 2020

 


Para povos antigos, caso dos babilônios, o fígado era considerado a sede da vida e da alma humana. Ainda que tal simbologia pertença ao passado, o papel desse órgão continua sendo louvado pela medicina do século 21. Ele desempenha centenas de funções, que vão desde a participação no processo digestivo e a eliminação de toxinas até o processamento de uma série de remédios. 

Fora isso, atua como reservatório de energia e na transformação de nutrientes. Tamanha versatilidade só perde para a sua resistência. O fígado pode ser castigado por anos a fio sem dar sinais. Entre as causas mais comuns desse sofrimento calado desponta um mal cujo nome científico não reflete sua popularidade na barriga das pessoas: a esteatose hepática não alcoólica.



A designação soa estranha, mas dissecá-la ajuda a entender: “esteato” indica sebo ou gordura, e o sufixo “ose” costuma se referir a doenças. Sendo direto e reto, é gordura no fígado! Ao ficar mais rechonchudo, esse órgão passa a sediar uma inflamação, que, aos poucos, debilita suas atividades e pode terminar em uma cirrose. Pois é, como a terminologia entrega, não é só o abuso de bebida alcoólica que é capaz de levar o fígado à falência. Estima-se que a esteatose acometa entre 25 e 30% da população adulta no planeta — percentual em ascensão, diga-se. “É uma epidemia silenciosa”, afirma a hepatologista Bianca Della Guardia, da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, em São Paulo.

A incidência dispara conforme o mundo engorda. “Alterações metabólicas promovidas pelo ganho excessivo de peso, entre outros aspectos, favorecem o acúmulo de gordura nas células do fígado, os hepatócitos”, explica a gastroenterologista Nilma Ruffeil, do Hospital Moriah, na capital paulista. Não à toa, o emagrecimento é uma das principais estratégias para se livrar do distúrbio. O processo, entretanto, deve ocorrer de forma gradual, sem radicalismos à mesa.

Uma revisão de estudos publicada no periódico Nutrients revela que a perda de apenas 7% do peso já promove a redução de gordura no fígado. Para chegar a essa conclusão, os cientistas destrincharam mais de 100 pesquisas e esmiuçaram o papel do estilo de vida no combate ao problema. Como sempre, a dupla cardápio equilibrado e atividade física aparece como redentora. “Vale frisar que nenhum nutriente pode ser apontado como vilão nem herói”, pondera o nutricionista Dennys Cintra, que investiga o assunto na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista. O equilíbrio é mais que bem-vindo para manter o fígado em forma.

                                                © Ilustrações: May Tanferri/SAÚDE é Vital



Outra vez o passado visita o presente nos assuntos do fígado. Hábitos milenares dos povos que vivem às margens do Mar Mediterrâneo são especialmente aclamados no controle da esteatose hepática. A chamada dieta mediterrânea aparece na revisão da Nutrients e também é destaque em um novo trabalho da Universidade de Sevilha, na Espanha, recém-publicado no periódico da Associação Internacional para o Estudo do Fígado. Considerado um patrimônio imaterial da humanidade pela Unesco, esse cardápio contempla cultura, ambiente, atividade física e, claro, comida, numa mistura de qualidade nutricional e muito prazer à mesa.



Nenhum ingrediente fica de fora desse menu. Há espaço para carboidratos, vindos especialmente dos grãos, mas também fornecidos por massas e pães caseiros no dia a dia. O azeite de oliva é uma estrela, trazendo gordura da melhor espécie. Pescados preenchem a lacuna das fontes de proteína. Frutas e hortaliças variadas enriquecem e colorem o prato. Acrescentemos, ainda, boas doses de atividade física — lá, ninguém fica parado. Fora as boas escolhas à mesa, sobram evidências de que abolir o sedentarismo da rotina dá um chega pra lá no excesso de gordura pelo corpo, inclusive no fígado.


Outra dieta mencionada no estudo espanhol é a Dash, sigla para Dietary Approaches to Stop Hypertension, ou, traduzindo, dieta para combater a hipertensão. Ela foi criada há mais de 20 anos por pesquisadores americanos com o objetivo original de ajudar no controle da pressão arterial. Mas segue surpreendendo por outros efeitos no organismo. A Dash já se mostrou capaz de facilitar a perda de peso, auxiliar no controle dos níveis de insulina e glicose no sangue e colaborar na manutenção das taxas de colesterol — um combo particularmente bem-vindo às artérias. Essa atuação conjunta também diminui o risco de desequilíbrios metabólicos por trás do estoque exagerado de gordura nas células hepáticas. A receita da Dash é bem parecida com a da mediterrânea: pegue uma porção de cereais integrais, adicione frutas, verduras, legumes, castanhas, carnes e laticínios magros e distribua pelas refeições, moderando no sal e no açúcar.


Ainda que esses dois modelos dietéticos tenham origem no Hemisfério Norte, não é necessário caçar ingredientes gringos para compor o prato amigo do fígado. “A sugestão é explorar a variedade e a beleza dos alimentos brasileiros”, recomenda o professor Dennys Cintra. Fica o convite para escapar da monotonia no cardápio, experimentando as riquezas nacionais. São muitas opções nutritivas, saborosas e mais acessíveis.


Os cientistas ainda chamam a atenção para o elo entre a saúde do fígado e a microbiota intestinal. A população de bactérias que habita nosso aparelho digestivo tem sido analisada em laboratórios mundo afora. “Na última década, ela passou a ganhar destaque no meio científico e clínico principalmente por seu papel no metabolismo”, comenta a nutricionista Camila Guazzelli Marques, que estuda essa história na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


Pesquisas associam males como a obesidade, o diabetes tipo 2 e a esteatose hepática com o desequilíbrio entre certas bactérias que moram na gente, quadro conhecido pelos especialistas como disbiose. Para ajustar esse ecossistema, aumentando o contingente de micro-organismos benéficos, a indicação de Camila é priorizar o consumo de alimentos in natura e minimamente processados. Essa recomendação, inclusive, tem tudo a ver com cardápios plant-based, que, além de excluírem a comida de origem animal da rotina, restringem os industrializados.

© Foto: Juliana Frug/SAÚDE é Vital


“Estudos associativos mostram que dietas livres de carne vermelha, ultraprocessados e afins favorecem a ação da insulina e promovem melhoras no organismo como um todo”, observa a nutricionista Gabriela Parise, da clínica NutriOffice, na capital paulista, e doutoranda em cardiologia na Universidade de São Paulo (USP). Em paralelo, há trabalhos apontando uma conexão entre a doença gordurosa no fígado e o consumo exagerado de gorduras saturadas e trans, além de açúcares, padrão sempre relacionado à chamada “dieta ocidental”.


A nutricionista Giovanna Oliveira, da Clínica Maria Fernanda Barca – Endocrinologia e Metabologia, em São Paulo, também é entusiasta de um espaço privilegiado para os vegetais. “Assim não vão faltar antioxidantes e compostos anti-inflamatórios”, justifica. A lista de benfeitores inclui a turma dos carotenoides (cenoura, tomate…), flavonoides (uva, chá-verde…) e tantos outros. “Dependendo dos alimentos, haverá sinergia entre as substâncias. Com isso, os efeitos serão potencializados”, defende Giovanna. No organismo, isso se traduz em menos inflamação para as bandas do fígado.


Aliás, fica um recado para quem riscou o suco natural da rotina por medo da frutose, o açúcar presente nas frutas. Jamais a laranja espremida na hora vai botar o fígado em risco. A bebida feita em casa e com bom senso não irá alcançar a quantidade de açúcar encontrada nas versões industrializadas em saquinhos e caixinhas. A lição do passado que continua atualíssima é: dentro do devido equilíbrio, qualquer alimento pode ser degustado sem o pé atrás… e o fígado na berlinda.


A seguir, veja a relação entre componentes da dieta e a gordura no fígado:


Carboidrato no devido lugar

Sem ele, sobra desânimo. Especialistas recomendam priorizar o tipo complexo, que demora a ser convertido em glicose, evitando picos de insulina. Assim, resguarda não só o fígado, mas pâncreas, artérias e afins. Suas fontes — tubérculos, raízes, frutas, cereais, grãos, massas e pães integrais — devem entrar em todas as refeições, na medida certa. A nutricionista Renata Juliana da Silva, coordenadora do curso Nutrição e Dietética Integrada ao Ensino Médio — Etec Uirapuru, em São Paulo, destaca a presença de fibras nesses alimentos e seus impactos positivos nos teores de moléculas gordurosas no sangue e no aumento da saciedade. “Esses efeitos contribuem para a redução de risco e tratamento de doenças crônicas”, diz.


Atenção ao açúcar: Vários estudos mostram que o consumo desenfreado do açúcar que entra na fórmula de refrigerantes e bebidas adoçadas, por exemplo, induz à estocagem de gordura no fígado. Não à toa, adolescentes e crianças, fãs desses produtos, não estão livres da esteatose hepática.


Gordura certa no prato

O macete é apostar nos melhores tipos para a saúde. A trans dos industrializados deve ser evitada a todo custo. As saturadas, que aparecem nas carnes e nos lácteos, pedem parcimônia, porque o exagero desencadeia inflamações e favorece o ganho de peso. Já as monoinsaturadas, que estão no azeite de oliva, abacate, gergelim e amendoim, são celebradas por colaborar no equilíbrio do colesterol. Outro grupo de gorduras prestigiado é o das poli-insaturadas. A mais estudada entre elas é o ômega-3. Pescados de águas profundas, como sardinha, atum, salmão e cavalinha, são seus grandes fornecedores.


Pequena notável: Para quem prefere os vegetais, o ômega-3 surge em sementes como chia e linhaça. Inclusive, a última já se mostrou eficiente no combate à esteatose hepática. “A sinergia de suas substâncias tem ação anti-inflamatória e ajuda a reduzir os triglicérides”, explica a nutricionista e fitoterapeuta Vanderli Marchiori, de São Paulo.

© Foto: Juliana Frug/SAÚDE é Vital



Bem-vindas, proteínas

As de origem vegetal merecem ser enaltecidas. Leguminosas e companhia brindam o corpo com proteínas e fibras, num arranjo que colabora para frear o apetite, mantendo mais estáveis os teores de glicose e gordura na circulação. Lentilha, grão-de-bico, ervilha e soja incrementam o cardápio das mais variadas formas. Outra dica é alternar os tipos de feijão. Fradinho, carioca, preto, branco ou vermelho: são muitos sabores e cores. E, para contemplar todos os aminoácidos (os pedacinhos proteicos) essenciais à saúde, é importante acertar nas combinações. Aveia, arroz, milho, quinoa, entre outros cereais e pseudocereais, são ótimos parceiros das leguminosas. Prove ainda os cogumelos, que enchem o prato de proteínas e substâncias aliadas da imunidade.



Com que carne eu vou: Para quem não fica sem um bife, só não vale exagerar no tamanho e na gordura. O filé-mignon e o patinho são considerados cortes mais magros. Os nutricionistas também pedem para incluir os pescados no cardápio.


Probióticos pedem passagem

Bifidobactérias e lactobacilos: essa é a dupla que representa o que há de mais clássico quando se fala em probióticos. São micro-organismos do bem que povoam nosso intestino e estão presentes em alguns iogurtes e bebidas lácteas enriquecidas. Observe os rótulos e os nomes dos bichinhos. Há ainda suplementos que devem ser consumidos sob orientação profissional. A indústria quer aumentar o leque de alimentos com esses parceiros microscópicos. Mas o desafio é garantir que as bactérias consigam passar, vivas e em grande volume, pelo ambiente ácido do estômago. Na revisão publicada na revista Nutrients, alguns estudos mostram o impacto de probióticos no equilíbrio de glicose e gorduras em circulação, o que contribui para o combate à esteatose.


Não se esqueça dos prebióticos: São fibras especiais que alimentam e fortalecem as bactérias do bem. Respondem ainda pela formação de ácidos graxos de cadeia curta, turma de ação anti-inflamatória. Estão em aspargo, cebola, chicória e alho.


E o álcool?

A esteatose hepática não alcoólica, definição oficial da gordura no fígado, tende a ganhar nova nomenclatura. Um grupo de cientistas propõe que deva ser chamada de doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica. Eles elaboraram um relatório que acaba de ser publicado no periódico científico Journal of Hepatology.


Mas, ainda que a maior parte dos casos realmente tenha relação com a obesidade e as alterações nos níveis de insulina e triglicérides, estima-se que pelo menos 30% da incidência esteja relacionada ao consumo abusivo de bebidas alcoólicas. É que o álcool também induz a um maior armazenamento de gordura nos hepatócitos e promove inflamações. Sem contar que é um dos principais causadores de cirrose. Beber com muita moderação é, portanto, sempre a melhor pedida para preservar o órgão.

Convocação para o novo..

agosto 05, 2020



Aqui é a Alessandra e estamos selecionando algumas mulheres para formar um grupo vip de emagrecimento no "zap" e gostaria de saber se você tem interesse. 

Temos mais algumas vagas disponíveis e por isso vim te avisar. 

No grupovou compartilhar todas as minhas estratégias de emagrecimento rápido e como eu consegui eliminar 37 kg.

 

Sim, eliminei tudo isso e consegui chegar em meu peso ideal sem remédios, passar fome ou cometer loucuras rsrs.

 

Você vai amar quando finalmente chegar ao seu peso desejado com meu apoio 😀 

Ahh... você também vai ter acesso ao mesmo método que usei, todas as receitas, o cardápio e o aplicativo que me ajudou muito. 

Tá interessada?...

 

Ótimo!

alessandra-transformacao-d21-menor

 

Mas, lembre-se: As vagas para o grupo são limitadas porque não consigo dar suporte e ajuda para todos!    

Assim que a atingirmos a quantidade de membros a oportunidade acaba! 

Por isso aproveite porque isso não deve ocorrer novamente.

 

Confira aqui a disponibilidade das vagas.

Obs. Preciso te avisar que, caso você acesse a página e ela não esteja mais disponível é porque as vagas já esgotaram. 

Caso isso ocorra me desculpe, tentei te avisar a tempo hábil, ok? 

Bjoo! ❤️ 
Alessandra 



5 ideias para se alimentar de forma saudável durante o trabalho

julho 21, 2020
5 ideias para se alimentar de forma saudável durante o trabalho



Cicatrização: conheça alguns alimentos que auxiliam no processo

julho 17, 2020
Cicatrização: conheça alguns alimentos que auxiliam no processo

Uma dieta equilibrada é essencial para fortalecer o organismo e acelerar a recuperação




Na cultura popular, existem diversos costumes em relação à saúde. Ervas, chás e preparações naturais prometem fortalecer o organismo, evitar ou até mesmo acelerar a recuperação de doenças. Ainda que alguns desses hábitos sejam apenas crendices, o fato é que a alimentação e a saúde têm relação direta. O que comemos pode influenciar significativamente a capacidade do organismo em se restabelecer e, consequentemente, afetar a cicatrização de ferimentos.





Cicatrização x nutrição
Quando ferido, nosso corpo é capaz de acionar uma resposta coordenada afim de tratar o mais rápido possível essa lesão. Porém, para que o corpo seja capaz realizar essa tarefa de forma efetiva, é essencial que o paciente esteja com seu estado nutricional saudável. Naturalmente, uma vez que esse processo recorre a diversos micro e macronutrientes na hora de recompor a área comprometida.


Para ajudar nessa recuperação, medicamentos e assepsia não são os únicos aliados. É preciso também atentar-se à qualidade da dieta. Um organismo bem nutrido terá uma resposta mais rápida ao tratamento. Já um indivíduo com carências nutricionais terá uma resposta mais lenta. Pode, até mesmo, sofrer com complicações durante a cicatrização.

Nutrientes essenciais para boa recuperação
Alimentos funcionais podem te ajudar na recuperação de cirurgias - são capazes de potencializar a ação do organismo no combate às lesões. Neste âmbito, alguns nutrientes possuem destaque e são fundamentais para essa ação.

As proteínas desempenham um papel essencial em todas essas etapas da cicatrização. Quando ingerimos alimentos ricos nesse nutriente, eles são quebrados em substâncias menores. Estas vão auxiliar na construção dos tecidos. Esses aminoácidos têm papel decisivo na construção dos tecidos do corpo, sendo indispensáveis para durante a formação do tecido fibroso (a famosa casquinha) e no próprio remodelamento da pele após a cicatrização.

Diversas vitaminas também estão envolvidas nesse processo, principalmente as vitaminas do complexo B, pois algumas delas estão ligadas ao metabolismo e ao colágeno. Da mesma forma, os minerais também exercem um papel substancial nesse processo, pois estão ligados à metabolização das proteínas no organismo.



Dieta cicatrizante
O tempo de cicatrização varia dependendo de cada pessoa e cada ferimento. Existem alimentos que podem acelerar essa cicatrização, no entanto. Comuns ao cardápio do dia a dia, esses alimentos são capazes de enriquecer a oferta de proteínas, carboidratos, vitaminais e outros itens essenciais.

Potencializam o efeito anti-inflamatório:

Peixes gordurosos como a sardinha, o salmão e o atum são as fontes mais ricas em Ômega 3. Esse potente antioxidante é capaz de impactar a ação inflamatória do organismo. Também é possível encontrar esse ácido graxo em vegetais: semente de chia, semente de linhaça, oleaginosas como nozes, amêndoas e avelãs e são alternativas para o consumo desse nutriente.

Alimentos ricos em vitamina K auxiliam no processo de coagulação, uma das primeiras e mais importantes fases do processo de cicatrização. É possível encontrar esse nutriente principalmente em vegetais folhosos e legumes de tom escuro como o couve, o espinafre, o brócolis, o alface e aspargos.

Beneficiam a regeneração dos tecidos:

Alimentos ricos em proteínas são indispensáveis para a produção de aminoácidos como o colágeno e a arginina. Carnes magras, ovos, derivados do leite são alguns exemplos. Da mesma forma, é possível encontrar fontes vegetais: "leguminosas como o feijão e a lentilha possuem bons índices de proteína e podem ser facilmente inseridos na dieta."

Melhoram o aspecto da pele:

Ricos em vitamina A, alimentos como o bife de fígado, a cenoura, a batata doce e a manga, auxiliam na proteção da pele e ainda possuem efeito antioxidante. Óleo de girassol e oleaginosas como a castanha do Pará e avelã aumentam o aporte de vitamina E. Esta, por sua vez, também auxilia no combate aos radicais livres.



Existem alimentos que podem prejudicar a cicatrização?
É muito comum ouvir que durante um processo de cicatrização devemos evitar certos alimentos. Porém, existem de fato alimentos que podem prejudicar o processo de recuperação de ferimentos? De acordo com a nutricionista Joanna Carollo, uma dieta saudável é recomendável à todas às pessoas. Porém, durante o tratamento de uma lesão tecidual, os cuidados com a alimentação devem ser redobrados. Isso porque o corpo está num estado de maior consumo de nutrientes e, ao mesmo tempo, mais exposto à inflamações. Ou seja alimentos gorduroso e fast foods devem ser evitados ao máximo. O período pós-cirúrgico também é crucial e, por isso, deve-se prestar atenção.

Para a profissional, existem mitos populares em relação a este ou aquele alimento. Somente o médico, no entanto, poderá avaliar as condições de saúde e determinar quais alimentos devem ser evitados.


Como fazer fígado macio e saboroso

julho 13, 2020
Como fazer fígado macio e saboroso


Fígado é um alimento saudável, rico em nutrientes, fonte de ferro ele é rico em sabor e delicioso, mas precisa ser bem preparado para que fique macio e com sabor equilibrado. Então confira as nossas dicas para preparar fígado de boi ou de galinha.
Esse corte é daqueles polêmicos, existem os que amam e também os que não toleram, mas é ingrediente cheio de sabor, que pode ser feito com poucos ingredientes, econômico e fácil de preparar.

Como preparar e cortar fígado?

O fígado bovino é coberto por uma membrana esbranquiçada que o envolve, muitas pessoas não retiram, mas isso faz diferença na maciez. Para isso, segure o fígado com a mão e puxe essa película delicadamente, normalmente ela sai de uma só vez. Depois corte os bifes ou iscas de espessura média, gosto de fazer com 2 cm. Para limpar o fígado de galinha, eu removo o excesso de gordura e possíveis vasinhos.

Como deixar o fígado macio?

Leite é o segredo, por mais estranho que possa parecer, deixar os bifes fígado marinando com leite por aproximadamente 30 minutos, vai deixá-los macios e deliciosos. Depois é só escorrer o excesso de leite e seguir com o preparo, você pode fritar, assar e assim por diante. Essa dica serve também para o fígado de frango.
Limão ou vinagre Essa é outra forma de amaciar o fígado de boi ou de galinha, ele suaviza o sabor, eu uso essa técnica somente para receitas que tenham molho. Para bifes grelhados ou no forno, prefiro usar o leite.


Como temperar?

Existem várias opções, mas meu tempero preferido é bem simples. Gosto de temperar com sal, pimenta preta, alho picado, bastante cebolinha e leite. O fígado é um corte com sabor marcante, então, na minha opinião, muitos temperos acabam mascarando o sabor e deixando-os ainda mais acentuado, por isso, gosto de fazer o simples e gostoso.
Como fazer fígado de galinha acebolado e macio e saboroso© Eline Prando Como fazer fígado de galinha acebolado e macio e saboroso 
Fígado de galinha acebolado

Tempo de preparo: 20 mins
Tempo de cozimento: 15 mins
Tempo total: 35 mins
Um prato saudável, feito com poucos ingredientes e delicioso.
Autor: Eline Prando
Categoria: Carnes
Rende: 4 porções

Ingredientes:
  • 700g de fígado de galinha
  • 3 dentes de alho picado
  • Cebolinha picada
  • ½ xícara de leite
  • Pimenta preta
  • Sal
  • 2 cebolas grandes em rodelas
  • Óleo
Modo de fazer:
  1. Limpe os fígados tirando a gordura e corte em pedaços médios.
  2. Tempere com sal, alho, pimenta, cebolinha e adicione o leite e deixe marinando fora da geladeira por uns 30 minutos.
  3. Aqueça a frigideira, coloque um pouco de óleo, escorra o excesso de leite e grelhe os fígados, faça um pouco por vez, eles devem ficar bem dourados por fora e cozidos por dentro.
  4. Assim que todos estiverem cozidos, reserve.
  5. Coloque mais um fio de óleo e refogue a cebola, retirando todo o sabor e aquela crostinha que se formou na frigideira. Sirva a assim que as cebolas estiverem douradas.


Como fazer fígado de galinha acebolado e macio e saboroso© Eline Prando Como fazer fígado de galinha acebolado e macio e saboroso

Diferente e saboroso brownie de abóbora com chocolate!

julho 13, 2020
Diferente e saboroso brownie de abóbora com chocolate!



Você sabia que a abóbora possui diversos benefícios para a sua saúde?  Ela possui diversos nutrientes, vitaminas e fibra, que ajuda no funcionamento do nosso intestino. Facilmente incorporada no dia a dia, a abóbora pode ser preparada de vários jeitos, salgado e doce.
O consumo da abóbora é importante para controlar colesterol e prevenir doenças.
E que tal preparar uma sobremesa deliciosa com este ingrediente tão versátil e saboroso? A chef Ana Paula Novaes ensina você a preparar um delicioso brownie de abóbora com chocolate para saborear com a família! Confira a receita:

Ingredientes
  • 142 g de chocolate meio amargo em tablete
  • 1/2 xícara de chá de manteiga sem sal
  • 2 xícaras de chá de açúcar
  • 3 ovos
  • 1 ½ xícaras de chá (purê) de abóbora cozida
  • 1 xícara de chá de farinha de trigo
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 colher de chá de gengibre em pó
  • 1 ½ xícaras de chá de nozes pecan
  • 3/4 xícara de chá de geleia de damasco

Modo de preparo
Remova as sementes e fibras da abóbora e cozinhe somente com água. Bata a abóbora em consistência de purê. Derreta o chocolate e a manteiga numa panela grande em banho-maria (fogo baixo). Retire do forno quando a mistura já estiver derretida e adicione o açúcar sempre mexendo. Bata os ovos e a abóbora. Quando a mistura estiver homogênea, adicione a farinha, sal, gengibre em pó e as nozes pecan.
Unte a forma de 22 a 26 cm retangular com manteiga. Espalhe metade da massa dentro da forma e leve para o freezer por 30 min. Preaqueça o forno a 180°C. Espalhe a geleia sobre a massa congelada, deixando cerca de quase 2 cm ao redor da borda. Espalhe a massa restante por cima e leve ao forno por 45 min, ou até que um palito saia limpo. Deixe esfriar completamente antes de cortar.
a

tv catia fonseca Diferente e saboroso brownie de abóbora com chocolate Ana Paula Novaes
Ana Paula Novaes é chef de cozinha.
Redes Sociais
Instagram: @chefanapaulanovaes

Facebook: /chefanapaulanovaes
Fonte: TV Cátia Fonseca

Receita de Abobrinha recheada com atum light

junho 26, 2020
Receita de Abobrinha recheada com atum light



Procurando como cozinhar abobrinha recheada? Essa é uma sugestão perfeita para quem segue uma alimentação saudável ou quer emagrecer, pois os ingredientes são bem simples e não vai creme de leite nem molho branco nessa receita. Confira abaixo o passo a passo e experimente!
2 convidados 45m Prato principal Dificuldade baixa
Características adicionais: Custo econômico, Receita sem glúten, No forno
Ingredientes:
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Passos a seguir para fazer esta receita:
1
Para fazer essa receita light comece por reunir os ingredientes.
Receita de Abobrinha recheada com atum light - Passo 1
2
Em seguida lave a abobrinha, corte ao meio e retire a polpa com a ajuda de uma colher. Faça isso cuidadosamente para não furar a "casca" da abobrinha.
Receita de Abobrinha recheada com atum light - Passo 2
3
Regue a abobrinha com um pouco de azeite e leve ao forno a 180ºC durante 15-20 minutos, ou até ficar ligeiramente macia. Neste passo não queremos que cozinhe completamente, pois voltaremos a levá-la ao forno com o recheio.
Receita de Abobrinha recheada com atum light - Passo 3
4
Continue preparando essa receita de abobrinha recheada: pique a polpa em pedaços e cozinhe em uma frigideira com um pouco de azeite. Tempere com sal a pimenta a gosto.
Receita de Abobrinha recheada com atum light - Passo 4
5
Em seguida adicione o bacon picado e cozinhe junto com a polpa por 2-3 minutos, ou até dourar.
Receita de Abobrinha recheada com atum light - Passo 5
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Finalmente retire a frigideira do forno e acrescente o atum e o manjericão picado. O atum torna essa receita mais nutritiva já que é rico em proteína e o manjericão confere um toque fresco e muito saboroso ao recheio! Acerte o sabor com sal e pimenta se achar necessário.
Receita de Abobrinha recheada com atum light - Passo 6
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Retire a abobrinha do forno e adicione o recheio anterior. Cubra com queijo e leve ao forno novamente a 180ºC e por 20 minutos.
Receita de Abobrinha recheada com atum light - Passo 7
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Após o tempo indicado pode servir sua abobrinha recheada com atum light! Prove e diga nos comentários o que achou dessa receita saudável. Se gostou não deixe de provar também o espaguete de abobrinha light, a abobrinha refogada com ovo e os chips de abobrinha no forno. Bom apetite!
Receita de Abobrinha recheada com atum light - Passo 8
Fonte: TudoReceitas
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